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Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta psicologia infantil

Não quero viver em stress!

    O nosso estilo de vida tem um papel fundamental de como gerimos o stress e melhoramos a nossa saúde física e mental. As exigências do quotidiano, as obrigações familiares e profissionais, as nossas relações interpessoais e nossos hábitos diários podem contribuir significativamente na qualidade de vida. Por vezes, para conseguir um estilo de vida mais saudável e reduzir o impacto do stress é necessário evitar algumas situações: A rotina acelerada e a sobrecarga de trabalho: A constante pressão para cumprir prazos e metas pode gerar ansiedade e esgotamento. Uma a limentação desequilibrada: O consumo excessivo de alimentos processados, açúcares e cafeína pode influenciar negativamente o humor e os níveis de energia. A falta de sono: Um sono de qualidade é essencial para a recuperação física e mental. A privação de sono pode aumentar a irritabilidade e a dificuldade em lidar com o stress. O sedentarismo: A falta de atividade fí...

Proteção em demasia é "desproteção"

Ao longo dos anos a observar e a apoiar famílias e crianças tenho concluído que, na maior parte dos casos, as crianças mais frágeis foram as mais protegidas pelos pais/família. Têm muitos medos, inseguranças, poucas estratégias de resolução de conflitos e fraca preparação para ultrapassar os  desafios do quotidiano. Todas as espécies protegem as suas crias. É um sentimento inato e desenvolvido face à dependência e ao amor dos seres tão imaturos e frágeis. Mas a proteção é também desenvolver a autonomia. Por exemplo, os pássaros promovem que as suas crias voem, os felinos que aprendam a caçar e outros tantos exemplos que promovem a independência como forma de “proteção”, para se adaptarem ao meio e às dificuldades e, em último caso, como forma de sobrevivência. Assim sendo, não se intende que os seres humanos, em sentido de extrema proteção, condicionem a autonomia dos filhos. Inconscientemente estão a desprotegê-los do mundo. Em muitos casos, tornam-se crianças com p...

O teu caminho

O teu caminho Para ti, o melhor caminho... O mais feliz, o mais vitorioso, o mais gratificante e o mais saudável. Um caminho bem melhor que o meu, ou em alguns casos, tão feliz como o meu.  Desejam os pais para o futuro dos filhos. Com toda a legitimidade e coração.  Em muitos casos, desejam que os filhos concretizem os objetivos que os pais não conseguiram. Dizia-me um pai em consulta: "O meu maior desejo era ter sido engenheiro. Eu não consegui, mas o meu filho irá ser!". Por melhor que seja este desejo paterno em relação ao seu filho, está a anular o que o filho ambiciona para si. Poderá essa criança dizer mais tarde "eu gostava de ter sido enfermeiro mas por desejo do meu pai formei-me em engenheiria". Os filhos não podem ser o prolongamento dos pais. Têm desejos e aptidões muito próprias. Os pais devem ser uma fonte de inspiração e não uma fonte de imposição. A liberdade de escolha é um bem precioso, que deve ser cultivado e respeitado. Os pais ...

Filhos da violência

Filhos da violência Existem realidades que conhecemos através dos meios de comunicação social. Jovens que roubam, que se drogam, que vivem por si só e cometendo os mais diversos comportamentos desviantes.  São criticados e intitulados de marginais. De facto cometem crimes contra inocentes e até contra si próprios. É condenável, sem dúvida.  Somos educados, respeitamos regras, seguimos um caminho escolar, social e familiar dentro do considerado normal. Logicamente ficamos perplexos com a violência e com os delitos cometidos por esses jovens que, não recebendo acompanhamento, serão certamente adultos perigosos.  Não desculpando tais actos, enquanto Psicóloga, tenho oportunidade de ouvir suas histórias de vida. O M. assume "desde os seis anos que ando na rua, utilizando o meu corpo para obter dinheiro. Se voltasse para casa, o meu padrasto espancava-me ou violava-me e a minha mãe ainda lhe dava razão. Aprendi que só a violência resolve a nossa di...

O que seria de mim sem ti!

O que seria de mim sem ti A barriga da mãe cresce, assim como as inseguranças do que "está cá fora"! As crianças desejam um irmão para brincar, partilhar momentos e dividir emoções. Mas, desejam igualmente continuar a ter a atenção e amor previligiado dos seus pais. Surge uma ambiguidade emocional nas crianças que, normalmente, se refletem em comportamentos instáveis de chamadas de atenção. Em alguns casos, com queixas somáticas. Começam a ter dores (de barriga, de cabeça, indispostos, com irritabilidade, entre outros específicos a cada caso). Observei, ao longo dos anos, os mais diversos tipos de reações. Geralmente, à frente dos pais entram em conflito com irmão/irmã mais novo/a, mas sozinhos com os respectivos são meigos e atenciosos. É um misto de amor e ciúme. Para os adultos, pode ser entendido como uma "fase". Para a criança não será bem assim. Ainda em processo de reestruturação das suas emoções e personalidade, uma extrema insegurança ou uma alte...

A família do coração

A família do coração! Costumo ouvir muitas vezes na consulta de psicologia que o grande apoio de muitas pessoas são os seus amigos...infelizmente, em muitos casos, os amigos estão mais disponíveis que a família...e sem julgamentos ou criticas! É a ligação do coração, aquela que escolhemos livremente! E, quando são dos bons, são o pilar da nossa vida. Tenho o privilégio de manter amigos de infância e de conter amigos mais recentes como irmãos, numa cumplicidade de alegria, de bem-estar e de dedicação reciproca. O melhor conceito de amizade que posso dar ao meu filho é permitir-lhe vivenciar isso! E com exemplos meus! Conhecendo, interagindo nesse ambiente harmonioso e feliz! Na reunião de pais na escola, uma das observações da professora foi que ele valorizava a amizade, sendo alegre, prestável e leal! Que excelente alicerce construí nele através do que eu e os meus amigos do coração lhe damos! No seu ciclo familiar ele incluí...