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A mostrar mensagens com a etiqueta Parentalidade

Não quero viver em stress!

    O nosso estilo de vida tem um papel fundamental de como gerimos o stress e melhoramos a nossa saúde física e mental. As exigências do quotidiano, as obrigações familiares e profissionais, as nossas relações interpessoais e nossos hábitos diários podem contribuir significativamente na qualidade de vida. Por vezes, para conseguir um estilo de vida mais saudável e reduzir o impacto do stress é necessário evitar algumas situações: A rotina acelerada e a sobrecarga de trabalho: A constante pressão para cumprir prazos e metas pode gerar ansiedade e esgotamento. Uma a limentação desequilibrada: O consumo excessivo de alimentos processados, açúcares e cafeína pode influenciar negativamente o humor e os níveis de energia. A falta de sono: Um sono de qualidade é essencial para a recuperação física e mental. A privação de sono pode aumentar a irritabilidade e a dificuldade em lidar com o stress. O sedentarismo: A falta de atividade fí...

Aquilo que o amor não é

Aquilo que o amor não é Apesar das inúmeras teorias sobre o amor, na prática é bem diferente. Ao início existe sempre o encantamento, a tolerância nas expectativas não correspondidas e  a predisposição para dar mais do que recebe.  Mas a longo prazo, geralmente, tudo isto se altera. O que relativizámos anteriormente passa a não ser tolerado e quando as nossas expectativas não são satisfeitas cobra-se do outro, tornando algo que devia ser natural numa obrigação ou num receio de decepção. Aos poucos, o encantamento poderá transformar-se num sofrimento. É aquilo que o amor não é. Observo que as pessoas ao invés de procurarem o amor, procuram ser amadas. E mais uma vez, é aquilo que o amor não é. Procura-se de forma permanente, uma compensação imediata. Como se merecessemos receber sempre o melhor do outro sem ter que dar. Também não se pode criar a ilusão que a reciprocidade tem equidade de forma duradoura. Ou que a reciprocidade existe naturalmente quando duas pessoas...

Filhos da violência

Filhos da violência Existem realidades que conhecemos através dos meios de comunicação social. Jovens que roubam, que se drogam, que vivem por si só e cometendo os mais diversos comportamentos desviantes.  São criticados e intitulados de marginais. De facto cometem crimes contra inocentes e até contra si próprios. É condenável, sem dúvida.  Somos educados, respeitamos regras, seguimos um caminho escolar, social e familiar dentro do considerado normal. Logicamente ficamos perplexos com a violência e com os delitos cometidos por esses jovens que, não recebendo acompanhamento, serão certamente adultos perigosos.  Não desculpando tais actos, enquanto Psicóloga, tenho oportunidade de ouvir suas histórias de vida. O M. assume "desde os seis anos que ando na rua, utilizando o meu corpo para obter dinheiro. Se voltasse para casa, o meu padrasto espancava-me ou violava-me e a minha mãe ainda lhe dava razão. Aprendi que só a violência resolve a nossa di...

Faz o que digo, não o que faço!

Faz o que digo, não o que faço Muitas felicidades residem por detrás dos estereótipos sociais. Dentro de um gabinete, tenho o privilégio de conhecer os mais profundos e honestos sentimentos. Lá dentro, não existe crítica ou censura. As pessoas têm liberdade de espírito. Por breves momentos, além de mães, são também mulheres com necessidades e desejos que, no exterior, são socialmente antagónicos com os valores sociais ou familiares. Antes de ser mães, saiam à noite, jantavam com amigas, viajavam e conheciam novas pessoas. Como é óbvio, o papel de mãe tem condicionantes que devem ser compreendidos. As mulheres devem adaptar-se e serem felizes na sua responsabilidade. Contudo, algumas mães confessam-me que a sociedade limita a expansão para os outros papéis. Além de mães, são filhas, amigas, profissionais, amantes e mulheres com direito à sua individualidade. Observo que, por vezes, a sociedade (ou grupo social)  confunde-os, criticando as mães que, por exem...

Ser um pai amigo

Ser um pai amigo Ser um pai amigo é bem diferente de ser um amigo que é pai. Ser amigo é "cool", os miúdos riem-se à brava! Mas não é a melhor opção a longo prazo. Primeiro deve ser pai. Isso exige que o reconheça enquanto regulador de limites, de exemplo, de respeito e de amor paterno. É um amigo, sem dúvida, que lhe ensina o caminho, que lhe mostra sabedoria e que também brinca, ri e faz "macacadas". Ser um amigo é, de alguma forma, ser permissivo.  É construir uma relação mais "anárquica" e esperar que no futuro os limites da relação surgam por si só.´Um amigo pai, não costuma "ralhar". Geralmente brinca com os comportamentos de oposição dos filhos. Mais tarde, vai querer ser "pai", impor respeito e admiração. Não será fácil.    O papel de pai constrói-se desde cedo e não quando é confortável ou necessário. É uma responsabilidade de pertença. Os amigos são uma escolha individual. Cabe aos pais, serem uma base nas futuras am...

Filhos de amor

Filhos de amor O amor pelos filhos é incondicional. É, sem dúvida. Já partilharam comigo que, simplesmente por terem a sua "semente" já produz um efeito de amor e pertença extraordinário! Assisti a alguns testemunhos de pais ao verem a primeira ecografia dos seus filhos.  No entanto, tento sempre frisar aos pais que os filhos não são um prolongamento de si, são de facto pessoas que nasceram de si, mas são individuais e únicos, como todos nós.  Será este amor possível em filhos não biológicos? Claro que sim! O caso das adoções, dos companheiros que assumem as crianças como filhos, os filhos das pessoas amigas que adoramos e entre tantos outros exemplos.  Sei que a carga genética terá o seu contributo mas o amor transcende. Daí também a nossa capacidade de amar verdadeiramente fora da família de pertença.  Eu amo a minha sobrinha (na foto). Dava a vida por ela como daria pelo meu filho biológico. Claro que neste exemplo existe o f...

A família do coração

A família do coração! Costumo ouvir muitas vezes na consulta de psicologia que o grande apoio de muitas pessoas são os seus amigos...infelizmente, em muitos casos, os amigos estão mais disponíveis que a família...e sem julgamentos ou criticas! É a ligação do coração, aquela que escolhemos livremente! E, quando são dos bons, são o pilar da nossa vida. Tenho o privilégio de manter amigos de infância e de conter amigos mais recentes como irmãos, numa cumplicidade de alegria, de bem-estar e de dedicação reciproca. O melhor conceito de amizade que posso dar ao meu filho é permitir-lhe vivenciar isso! E com exemplos meus! Conhecendo, interagindo nesse ambiente harmonioso e feliz! Na reunião de pais na escola, uma das observações da professora foi que ele valorizava a amizade, sendo alegre, prestável e leal! Que excelente alicerce construí nele através do que eu e os meus amigos do coração lhe damos! No seu ciclo familiar ele incluí...

Coisas de pais e filhos!

Coisas de pais e filhos! Por toda a parte encontramos sugestões, conselhos, instruções para educar melhor e tornar as crianças mais saudáveis e felizes! Conselhos práticos e até ideias fantásticas!  E na prática, adequam-se às dinâmicas das famílias e das crianças? Serão esses conselhos adequados a todas as realidades? Cada família é única! Cada criança é diferente! Este blog pretende partilhar conceitos básicos e aplicáveis! A seu tempo, adequado a todas as famílias, que na sua diferença, querem ter momentos felizes!