Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta psicologia

Não quero viver em stress!

    O nosso estilo de vida tem um papel fundamental de como gerimos o stress e melhoramos a nossa saúde física e mental. As exigências do quotidiano, as obrigações familiares e profissionais, as nossas relações interpessoais e nossos hábitos diários podem contribuir significativamente na qualidade de vida. Por vezes, para conseguir um estilo de vida mais saudável e reduzir o impacto do stress é necessário evitar algumas situações: A rotina acelerada e a sobrecarga de trabalho: A constante pressão para cumprir prazos e metas pode gerar ansiedade e esgotamento. Uma a limentação desequilibrada: O consumo excessivo de alimentos processados, açúcares e cafeína pode influenciar negativamente o humor e os níveis de energia. A falta de sono: Um sono de qualidade é essencial para a recuperação física e mental. A privação de sono pode aumentar a irritabilidade e a dificuldade em lidar com o stress. O sedentarismo: A falta de atividade fí...

Já fazia falta!

As  brincadeiras q ue observo diariamente estão contaminadas por jogos online ou por vídeos do YouTube, apesar de algumas serem divertidas e criativas!  Inevitavelmente, lembro-me dos jogos que fazia quando era miúda. Alguns fazem falta hoje em dia! E muita!  Com pouco, treinávamos muitas competências e ainda nos riamos "à brava"! Vejamos! - O jogo do elástico: ótima brincadeira para treinar a área psicomotora, estando a fazer uma competição saudável com os pares. Poderia ser incluída numa aula de desporto, mas nunca vi nos dias de hoje. Neste jogo, também é importante que cada participante aguarde pela sua vez, competência que as crianças necessitam de adquirir nos dias de hoje. - O jogo do berlinde: em grupo, as crianças aperfeiçoavam a motricidade fina, a partilha, o convívio e a competição não violenta. E é um brinquedo barato! - A bota "Botilde" ou o "limão": Nunca mais vi este brinquedo à venda! As crianças utilizavam-no sozinhas ou em grupo, trein...

Sou feliz

Sou feliz A busca pela felicidade é um caminho inglório quando se procura compensações nos outros, nas circunstâncias, nos objetos ou na sorte. A felicidade reside em nós e daí transcende para os momentos, para os bens e para as conquistas. Ser feliz é sorrir porque (simplesmente)  apetece, apreciar qualquer momento com satisfação e paz, liberdade de espírito e de opção. Não é fácil atingir esta sensação. Existem alguns fatores essenciais. 1. Gostar de nós Gostarmos de nós próprios de forma incondicional. A beleza e o sucesso do outro não deve fazer diferença em nós. Estamos bem, independentemente da idade ou condição. 2. Amar Quando amamos e somos amados. Seja pela família, amigos ou companheiro. É essa reciprocidade que nos dá poder, vontade e confiança. 3. Inspiração A capacidade de criar, imaginar e inspirar a nossa vida e dos demais. 4. Alegria contagiante Quando o nosso sorriso faz sorrir. Quando a negatividade não atinge o nosso est...

Filhos da violência

Filhos da violência Existem realidades que conhecemos através dos meios de comunicação social. Jovens que roubam, que se drogam, que vivem por si só e cometendo os mais diversos comportamentos desviantes.  São criticados e intitulados de marginais. De facto cometem crimes contra inocentes e até contra si próprios. É condenável, sem dúvida.  Somos educados, respeitamos regras, seguimos um caminho escolar, social e familiar dentro do considerado normal. Logicamente ficamos perplexos com a violência e com os delitos cometidos por esses jovens que, não recebendo acompanhamento, serão certamente adultos perigosos.  Não desculpando tais actos, enquanto Psicóloga, tenho oportunidade de ouvir suas histórias de vida. O M. assume "desde os seis anos que ando na rua, utilizando o meu corpo para obter dinheiro. Se voltasse para casa, o meu padrasto espancava-me ou violava-me e a minha mãe ainda lhe dava razão. Aprendi que só a violência resolve a nossa di...

Inventar

Inventar! É urgente inventar! Há uns anos atrás, eu inventava brincadeiras! Não só por ter poucos recursos económicos mas também porque havia "liberdade" e espaço para brincar na rua com os brinquedos disponíveis na altura. Quando não havia brinquedos, inventavam-se (lembro-me de despejar o líquido do limpa vidros para ter uma pistola de água). Na verdade fui feliz. Era uma paródia com os amigos da minha rua! Os tempos mudaram, e as tecnologias vieram acrescentar o seu contributo positivo, mas também a permanência das crianças em casa. Ainda existem os Legos, os pyalmobil, os pinipons, as barbies e outros bem mais evoluídos e aliciantes. Mas, pelo que assisto na minha experiência profissional, já existe tanta "coisa pronta" que dificulta a necessidade de inventar! Inventar estimula a criatividade, a inteligência, a satisfação e a alegria da premissa que "do pouco se faz muito"! Eu tive brinquedos que adorei, mas as minhas lembranças são das pe...

A minha verdade

A minha verdade "Não vemos as coisas como são, vemos as coisas como somos". Tendencialmente seguimos padrões. Os nossos valores ou formas de pensar são (sempre) as "mais correctas". Defendo e acredito na minha conduta - e  o outro também, que é completamente diferente de mim. Eu estou certa e ele errado. E vice versa. A nossa família e o nosso grupo de pertença concordam (geralmente) com a nossa conduta. Obviamente. Por isso é que nos identificamos com eles (sempre de alguma forma). O lema que os opostos se atreem é um mito! Até as crianças escolhem os pares pelas brincadeiras que gostam em comum! Nós adultos, mesmo que consideremos que nos adaptamos a alguém diferente, a longo prazo constatamos que não funciona. Criamos falsas expectativas acerca do outro mediante o que somos ou pensamos. Pergunto-me... Qual é o problema de termos gostos opostos? Se de facto a diferença não prejudicar ninguém, porque a crítico? Se sou mais feliz na companhia de alguém...

A distinção da diferença

A distinção da diferença Tudo o que destoa do considerado comum, a sociedade intitula como diferente. É diferente, principalmente, porque se vê! Compara-se e gera as mais diversas reações, opiniões e emoções.  Contudo, a diferença reside em todos nós. No que é visível aos olhos e no que está "incoberto".  Todos temos dificuldades, sejam físicas, emocionais, cognitivas ou relacionais. Quando valorizamos as "diferenças" dos outros, geralmente, minimizamos as nossas, mesmo que seja de forma inconsciente.  Não significa que, de facto, não existam dificuldades maiores que outras! Para haver equidade devem-se promover medidas diferentes para obter a igualdade de circunstâncias. Por exemplo, um aluno com dificuldades cognitivas beneficia de mais apoio para atingir o mesmo sucesso escolar do aluno que o atinge facilmente. Em doenças limitativas, obviamente, deve-se promover os apoios necessários para que obtenham circunstâncias idênticas aos outros, diminu...